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Nova cédula de R$ 200 estampada por lobo-guará.

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Os brasileiros vão contar com
uma 
nova cédula de R$ 200, que será
estampada pelo lobo-guará
, a partir do
próximo mês. A criação de mais essa nota foi autorizada nesta quarta-feira
(29/07) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). 
De acordo com o Banco Central, as novas cédulas
estão em “fase final de testes” e devem entrar em circulação no fim
de agosto



 

A autoridade monetária, contudo,
ainda não apresentou imagens da nova nota do Real – o que instigou a
curiosidade de brasileiros e gerou diversos memes na internet.



“É boa prática internacional dos
Bancos Centrais só revelar as características e os elementos [das novas
cédulas] no dia do lançamento, tendo em vista a questão da segurança”,
explicou a diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros.

 

Ela antecipou, contudo, que a cédula
dos R$ 200 será estampada pela imagem do lobo-guará. Isso porque as notas do
Real sempre são estampadas pela esfinge da República e por um animal da fauna
brasileira. E o lobo-guará foi apontado pela população, em pesquisa realizada
pelo BC em 2002, como um dos animais ameaçados de extinção que deveriam ser
representados pela moeda. “O primeiro lugar foi a tartaruga marinha, que
utilizamos na cédula de R$ 2. Depois foi o mico-leão-dourado, que utilizamos na
cédula de R$ 20 e depois o lobo-guará”, contou Carolina.

Além disso, a diretora do BC garantiu
que, “assim com as demais cédulas de real, a cédula de R$ 200 tem
elementos robustos o bastante de segurança, capazes de protegê-las de
falsificação”. Afinal, “quanto maior o valor, maior é a preocupação
do BC”. Por conta disso, o BC também vai lançar uma campanha de
conscientização sobre os elementos se segurança que protegem o Real da
falsificação no dia de lançamento da nova nota.

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ECONOMIA

Samarco entra com pedido de recuperação judicial

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A Vale informou nesta sexta-feira, 9, que a Samarco Mineração, sua joint venture em conjunto com a BHP Billiton Brasil, ajuizou um pedido de recuperação judicial (RJ) em uma das Varas Empresariais da Comarca de Belo Horizonte (MG), com fundamento na Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falências (LRF).

Segundo a empresa, o ajuizamento da RJ foi necessário para evitar que ações já iniciadas como ações de execução de notas promissórias no Brasil, no valor de US$ 325 milhões, e ações movidas pelos detentores dos títulos de dívida com vencimento em 2022, 2023 e 2024 (bonds) em Nova York, afetem a capacidade da Samarco de produzir, embarcar, receber por suas exportações e financiar o curso normal de suas atividades, e também de cumprir com as obrigações do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC), e consequentemente, de gerar resultados sustentáveis para todos os demais stakeholders envolvidos.

“O pedido de RJ formulado pela Samarco tem o objetivo de preservar sua recente retomada operacional, os empregos e o cumprimento de suas obrigações socioambientais. A RJ traz um ambiente organizado de proteção ao patrimônio e aos ativos da Samarco e de reestruturação do elevado nível de endividamento na sua estrutura de capital”, afirma a Vale.

Reparação

De acordo com a Vale, o pedido de RJ não impactará o cumprimento dos compromissos de reparação assumidos em função do rompimento da barragem de Fundão. A Fundação Renova é responsável pela execução dos programas de reparação dos impactos socioambientais e socioeconômicos e, até fevereiro de 2021, pagou indenizações e auxílios emergenciais para cerca de 325 mil pessoas.

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Desde 2015, R$ 12,2 bilhões foram investidos em iniciativas de reparação e compensação das partes impactadas. Para 2021, espera-se que os programas e ações da Renova atinjam R$ 5,9 bilhões.

O processo tem o objetivo de reestruturar o passivo da Samarco, com as proteções concedidas pela LRF. Com o deferimento do processamento da RJ, todas as ações e execuções movidas por seus credores no Brasil serão temporariamente suspensas, por 180 dias, tendo a Samarco até 60 dias para apresentar o plano de reestruturação de suas dívidas e demais obrigações. Além disso, a Samarco pedirá o reconhecimento do processo de RJ nos Estados Unidos por meio do Chapter 15 do Código de Falências dos Estados Unidos.

A Samarco terá automaticamente o benefício da suspensão de todas as ações judiciais contra ela e seus ativos nos Estados Unidos. Na RJ, a Samarco apresentará um plano de recuperação judicial que pretenderá restabelecer o equilíbrio econômico para apreciação da assembleia de credores, financeiro e honrar os compromissos assumidos com seus diversos stakeholders, de modo a permitir, ao mesmo tempo, à Samarco cumprir suas obrigações socioambientais e, em um futuro próximo, retomar uma trajetória de crescimento sustentável.

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A Vale informa que o processo será concluído uma vez que o plano de recuperação judicial seja aprovado, observando-se a maioria dos credores legalmente estabelecida pela LRF.

Dívida financeira

Segundo o fato relevante, grande parte da dívida financeira da Samarco com partes não relacionadas, de cerca de US$ 4,7 bilhões, sem qualquer tipo de garantia dos acionistas, foi contraída anteriormente ao rompimento da barragem do Fundão em novembro de 2015. Até agosto de 2016, a Samarco buscou honrar seus compromissos e realizou pagamentos regulares aos credores.

A Samarco também possui dívida financeira adquirida para fazer face às necessidades de caixa para sustentar seu capital de giro, obrigações da Renova, trabalhos de reparo e investimentos para a retomada operacional, sendo supridas, após agosto de 2016, por linhas de crédito disponibilizadas pelos seus acionistas Vale e BHP Brasil, totalizando US$ 4,1 bilhões até março de 2021.

“Logo após o rompimento da barragem de Fundão, a Samarco buscou uma negociação amigável com seus credores para a reestruturação da dívida contraída por meio de Bonds e Contratos de Pré-pagamento de Exportação (PPEs), e que foi em grande parte sendo adquirida dos credores originais por instituições que exploram o mercado de ativos estressados”, afirma a empresa.

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