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Ao Vapo, com carinho: em jogo com mistura de sentimentos, Gerson se despede do Flamengo

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Time vence o Fortaleza e faz comemoração coletiva em homenagem ao jogador, que se emocionou após a partida

 

O tão ensaiado adeus de Gerson aconteceu. Não teve o perseguido gol nas últimas partidas, mas foi com vitória por 2 a 1 sobre o Fortaleza para selar sua brilhante passagem pelo Flamengo. Teve mistura de sentimentos: gratidão, dever cumprido e saudade.

– Imagina se despedir do clube que quando você era criança sempre torceu, chorou na derrota, sorriu na vitória, e um dia tem a oportunidade de vestir a camisa. Imagina o que é ter que se despedir, o que passa pela cabeça – disse Gerson após o jogo.

O ponto alto foi a comemoração coletiva do “Vapo” no primeiro gol, marcado por Bruno Henrique. Uma bela homenagem para o companheiro, que seguirá para o Olympique de Marselha. Com o Maracanã vazio e silencioso, certamente muitos rubro-negros em “arquibancada home” repetiram o gesto.

Depois de uma semana de homenagens e expectativa, chegou o choque de realidade. Ainda no aquecimento Gerson viu no telão um vídeo com um agradecimento do presidente Rodolfo Landim e imagens de sua vitoriosa trajetória no Flamengo. Seu pai, Marcão, acompanhou tudo da arquibancada.

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Quando a bola rolou, a frieza de Gerson falou mais alto, embora não tenha tido uma partida com o brilho de seus melhores dias com a camisa rubro-negra. Por pouco o gol não saiu, como já havia acontecido em jogos anteriores. O camisa 8 teve uma boa chance, mas não conseguiu colocar a bola na rede.

Gerson ficou agachado, incrédulo. Sabia que seria difícil ter outra oportunidade daquela.

No apito final, Gerson liberou toda a carga emocional. Foi abraçado por companheiros, adversários e ganhou carinho do técnico Rogério Ceni. Antes de as luzes do Maracanã se apagarem, o telão ainda exibiu um “Obrigado, Gerson”.

– Voltei a ser torcedor. Espero um dia voltar e ser recebido de braços abertos – disse Gerson.

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Após desistir de cinco provas, Simone Biles vai disputar final da trave

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Depois de ficar fora das finais por equipe, individual geral, salto, barras assimétricas e solo para cuidar de sua saúde mental, a ginasta Simone Biles confirmou presença na final da trave da ginástica artística dos Jogos Olímpicos de Tóquio, prova que também terá a brasileira Flávia Saraiva.

A confirmação da participação de Biles na prova foi anunciada nesta segunda-feira pela Federação Americana de Ginástica (USA Gymnastics, na sigla em inglês), em um breve comunicado.

“Estamos muito animados em confirmar que vocês verão duas atletas americanas na final da trave amanhã – Suni Lee e Simone Biles. Mal podemos esperar para vê-las”, informou a federação nas redes sociais, fazendo menção também a Sunisa Lee, atleta americana que faturou o ouro no individual geral e bronze nas barras assimétricas.

A final da trave é a última da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio e será disputada nesta terça-feira a partir das 5h50 (horário de Brasília).

Biles se classificou para todas as quatro finais de aparelhos, mas optou por se retirar de todas, exceto a trave. Antes, ela já havia desistido da competição por equipes durante a disputa depois de se perder no ar e da final individual geral para se concentrar inteiramente em sua saúde mental.

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Em suas redes sociais, Biles detalhou suas lutas no treinamento com os “twisties”, um termo da ginástica para quando o corpo e a mente de uma ginasta não estão em sincronia.

“Minha mente e meu corpo simplesmente não estão em sincronia”, explicou a ginasta americana. “Para qualquer um que diga que parei. Eu não desisti”, completou a estrela da ginástica. Ela relatou que havia sofrido com o problema anteriormente, mas apenas no chão.

A desorientação relatada por Biles é causada por problemas de saúde mental, intensificados em momentos de pressão, como a disputa dos Jogos Olímpicos. A decisão de não participar das disputas foi tomada em conjunto com a equipe médica da ginástica americana, visando evitar qualquer tipo de lesão grave.

Biles terá a chance de ganhar sua segunda medalha em Tóquio, já que, apesar de ter sido retirada da final após uma falha no salto, levou a prata na disputa por equipes. Ela ostenta quatro ouros e um bronze conquistados na Olimpíada do Rio, em 2016.

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