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Sérvio tem agora 20 conquistas em Grand Slans, assim como Nadal e Federer

Djokovic ganha Wimbledon pela 7ª vez e iguala recorde de títulos

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O sérvio Novak Djokovic se igualou ao espanhol Rafael Nadal e ao suíço Roger Federer como maior campeão em Grand Slans. O trio agora soma 20 conquistas cada. O número 1 do mundo garantiu o feito neste domingo ao conquistar o Torneio de Wimbledon pela sexta vez na história, a terceira consecutiva. Num duro jogo contra Matteo Berrettini, buscou a virada para se consagrar na grama inglesa com 3 a 1, parciais de 6/7 (4), 6/4, 6/4 e 6/3 em 3 horas e 27 minutos.

Djokovic festejou a conquista com sua marca tradicional em Wimbledon. Primeiro deitou na quadra com braços abertos e depois comeu um pouco da grama sagrada inglesa. Depois foi para afetuoso abraço em seu técnico e o staff. Fez até selfie com um garoto na arquibancada. Aos 34 anos, o sérvio escreve mais um capítulo na bela e vitoriosa história.

 O número 1 do mundo estava tão eufórico que, após o título, ergueu mãos aos céus e saiu jogando camisas e acessórios para a torcida. Num 2021 perfeito, conquista seu terceiro Gran Slam seguido após erguer os troféus do Australian Open e de Roland Barros.

A decisão no All England Club entrou para a história também por registrar a primeira árbitra a dirigir uma final masculina em 130 anos de Wimbledon: a croata Marija Cicak. Entre as celebridades convidadas, estava o ator Tom Kruise, bastante solícito e sorridente com o público presente.

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Djokovic ganhou o sorteio e abriu o jogo com dupla falta. Seriam duas na parcial. O primeiro game foi sob enorme tensão entre os nervosos finalistas. O serviço de Djokovic não entrava e a devolução de Berrettini estava ruim. O sérvio sofreu, mas após cinco minutos, salvou um breakpoint e fez 1 a 0.

A dúvida seria como responderia ao potente sacador italiano. De cara, nada fez e 1 a 1 no placar. Mas, após confirmar seu serviço, o número 1 do mundo mostrou que não é considerado o melhor receptor do tênis por acaso. Quebrou o serviço de Berrettini, abriu 4 a 1 na sequência. Bastava trocar serviços para fechar o primeiro set, mas falhou na primeira chance ao ver o italiano devolver a quebra e depois sacar bem para buscar o 5 a 5.

Saques confirmados e a decisão de um set que esteve todo a favor de Djokovic seria definida no tiebraker. Ele abriu perdendo o saque e Berrettini logo abriu 3 a 0. O sérvio buscou o 3 a 3. Mas viu o italiano confirmar a boa recuperação e fechar com ace e 7/4. Um duro 7/6 para quem se perdeu na reta final do set.

Berrettini queria manter a empolgação para iniciar o segundo set com 1 a 0, mas falhou após ter 40 a 15 e sofreu a quebra. Djokovic estava “bravo” após os vacilos no primeiro set e voltou “mordido”. Quebrou novamente o saque do italiano para abrir 3 a 0. Chegou ao 5 a 1, brincou no 5 a 2 e foi quebrado para 5 a 3.

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Em novo saque do italiano, Djokovic abriu logo três set points. E desperdiçou todos, ficando incrédulo. Assim como no primeiro set, fechar parecia um martírio ao sérvio. Teria nova oportunidade no serviço, com 5 a 4. Fechou em pontos diretos: 6/4.

O terceiro set começou, mais uma vez, com Djokovic dominante. Após 1 a 1, quebrou o serviço do italiano, ainda apresentando erros bobos e depois abriu 3 a 1. Novamente a história dos dois sets anteriores se repetia, com ele precisando somente confirmar seus serviços após quebras de cara.

Eles trocaram pontos até o 5 a 4. Novamente sacaria para fechar. Com o mesmo placar, o sérvio falhou no primeiro set e foi bem no segundo. Tinha boa chance para virar a parcial e encaminhar a sexta conquista na sagrada grama inglesa. Com belo ponto, vibrou ao abrir dois set points. Errou na forçada. Mas viu Berrettini mandar para fora e repetiu o 6/4.

Diferentemente das parciais anteriores, o quarto set começou com equilíbrio total. Sacando bem e se impondo nos serviços, os tenistas trocaram pontos até o 3 a 3. Foi então que Djokovic brilhou ao quebrar o serviço de Berrettini em belo sétimo game. Abriu 5 a 3 e ficou a um game do tricampeonato. Apenas três jogadores haviam vencido três seguidas em Wimbledon. Fechou aproveitando o terceiro match point no saque de Berrettini, com bola na rede do italiano.

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Após desistir de cinco provas, Simone Biles vai disputar final da trave

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Depois de ficar fora das finais por equipe, individual geral, salto, barras assimétricas e solo para cuidar de sua saúde mental, a ginasta Simone Biles confirmou presença na final da trave da ginástica artística dos Jogos Olímpicos de Tóquio, prova que também terá a brasileira Flávia Saraiva.

A confirmação da participação de Biles na prova foi anunciada nesta segunda-feira pela Federação Americana de Ginástica (USA Gymnastics, na sigla em inglês), em um breve comunicado.

“Estamos muito animados em confirmar que vocês verão duas atletas americanas na final da trave amanhã – Suni Lee e Simone Biles. Mal podemos esperar para vê-las”, informou a federação nas redes sociais, fazendo menção também a Sunisa Lee, atleta americana que faturou o ouro no individual geral e bronze nas barras assimétricas.

A final da trave é a última da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio e será disputada nesta terça-feira a partir das 5h50 (horário de Brasília).

Biles se classificou para todas as quatro finais de aparelhos, mas optou por se retirar de todas, exceto a trave. Antes, ela já havia desistido da competição por equipes durante a disputa depois de se perder no ar e da final individual geral para se concentrar inteiramente em sua saúde mental.

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Em suas redes sociais, Biles detalhou suas lutas no treinamento com os “twisties”, um termo da ginástica para quando o corpo e a mente de uma ginasta não estão em sincronia.

“Minha mente e meu corpo simplesmente não estão em sincronia”, explicou a ginasta americana. “Para qualquer um que diga que parei. Eu não desisti”, completou a estrela da ginástica. Ela relatou que havia sofrido com o problema anteriormente, mas apenas no chão.

A desorientação relatada por Biles é causada por problemas de saúde mental, intensificados em momentos de pressão, como a disputa dos Jogos Olímpicos. A decisão de não participar das disputas foi tomada em conjunto com a equipe médica da ginástica americana, visando evitar qualquer tipo de lesão grave.

Biles terá a chance de ganhar sua segunda medalha em Tóquio, já que, apesar de ter sido retirada da final após uma falha no salto, levou a prata na disputa por equipes. Ela ostenta quatro ouros e um bronze conquistados na Olimpíada do Rio, em 2016.

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