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Flamengo vence Rio Preto fora de casa e é campeão do Brasileirão feminino

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 Rubro-Negro se recupera de derrota na ida, faz 2 a 1 em terras paulistas e vence título nacional pela primeira fase. Rio Preto dá adeus ao sonho do bi

 

 

O Flamengo é campeão brasileiro de futebol feminino. As meninas do Rubro-Negro venceram o Rio Preto por 2 a 1, na noite desta sexta-feira, no estádio Anísio Haddad, em São José do Rio Preto, no interior paulista, invertendo a desvantagem da partida de ida e chegando ao primeiro título do nacional. Campeãs em 2015, as donas da casa dão adeus o sonho do bicampeonato.

A desvantagem do Flamengo, ao perder por 1 a 0 na primeira partida, pouco durou. Logo aos cinco minutos, de pênalti, Larrisa abriu o placar para o Rubro-Negro em cobrança em que a goleira adversária nem foi na bola. No entanto, o Fla à frente no placar durou menos ainda.  No lance seguinte, quem teve penalidade a favor foi o Rio Preto. Simeia soltou a bomba e empatou, recolocando as paulitas em condição de levantar a taça.

Aos 43 do primeiro tempo, o Fla aproveitou falha da goleira Luciana, que rebateu nos pés de Gaby. A meia do Rubro-Negro tocou entre as pernas da adversária e fez o gol do título carioca.

Na etapa final, o Rio Preto não teve criatividade e abusou do nervosismo, cometendo muitas faltas. Já nos acréscimos, Maurine saiu na cara do gol em contra-ataque, mas chutou em cima da goleira Luciana. Ainda assim, o Fla segurou mais alguns minutos e comemorou o título.

Confira a comemoração do título do Rubro-Negro e a análise de Lêda Maria.

Mesmo com entrada gratuita, o estádio Anísio Haddad teve um público baixíssimo para a final do Brasileirão feminino. Visivelmente o vazio tomou conta das arquibancadas.

 

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Após desistir de cinco provas, Simone Biles vai disputar final da trave

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Depois de ficar fora das finais por equipe, individual geral, salto, barras assimétricas e solo para cuidar de sua saúde mental, a ginasta Simone Biles confirmou presença na final da trave da ginástica artística dos Jogos Olímpicos de Tóquio, prova que também terá a brasileira Flávia Saraiva.

A confirmação da participação de Biles na prova foi anunciada nesta segunda-feira pela Federação Americana de Ginástica (USA Gymnastics, na sigla em inglês), em um breve comunicado.

“Estamos muito animados em confirmar que vocês verão duas atletas americanas na final da trave amanhã – Suni Lee e Simone Biles. Mal podemos esperar para vê-las”, informou a federação nas redes sociais, fazendo menção também a Sunisa Lee, atleta americana que faturou o ouro no individual geral e bronze nas barras assimétricas.

A final da trave é a última da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio e será disputada nesta terça-feira a partir das 5h50 (horário de Brasília).

Biles se classificou para todas as quatro finais de aparelhos, mas optou por se retirar de todas, exceto a trave. Antes, ela já havia desistido da competição por equipes durante a disputa depois de se perder no ar e da final individual geral para se concentrar inteiramente em sua saúde mental.

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Em suas redes sociais, Biles detalhou suas lutas no treinamento com os “twisties”, um termo da ginástica para quando o corpo e a mente de uma ginasta não estão em sincronia.

“Minha mente e meu corpo simplesmente não estão em sincronia”, explicou a ginasta americana. “Para qualquer um que diga que parei. Eu não desisti”, completou a estrela da ginástica. Ela relatou que havia sofrido com o problema anteriormente, mas apenas no chão.

A desorientação relatada por Biles é causada por problemas de saúde mental, intensificados em momentos de pressão, como a disputa dos Jogos Olímpicos. A decisão de não participar das disputas foi tomada em conjunto com a equipe médica da ginástica americana, visando evitar qualquer tipo de lesão grave.

Biles terá a chance de ganhar sua segunda medalha em Tóquio, já que, apesar de ter sido retirada da final após uma falha no salto, levou a prata na disputa por equipes. Ela ostenta quatro ouros e um bronze conquistados na Olimpíada do Rio, em 2016.

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