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Idade somada de 42 anos das três jovens no skate street supera a menor média desde 1896, segundo levantamento feito pelo Comitê Olímpico Internacional junto com o Olympedia

Pódio com Rayssa Leal é o mais jovem já registrado nas Olimpíadas

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Um levantamento feito com dados do Comitê Olímpico Internacional e do Olympedia, site que reúne informações sobre as Olimpíadas e é mantido por pesquisadores internacionais, confirmou que o pódio com Rayssa Leal no skate street é o mais jovem que se tem registrado nas Olimpíadas desde 1896.

Com a medalha de ouro de Momiji Nishiya, com 13 anos, a medalha de prata da Fadinha, também com 13 anos, e o bronze de Funa Nakayama, de 16 anos, o pódio da modalidade em Tóquio registou uma idade total de 42 anos. Ou seja, uma média de idade de 14 anos.

 

Até a Rio 2016, as médias etárias mais baixas dos pódios eram de 15 anos, todas em modalidades femininas, em competições realizadas na natação e na ginástica nas edições de 1972, 1980 e 1992.

Os dados revelam, porém, que no registro de idade dos competidores do levantamento, contendo os atletas que ganharam medalhas ou não medalhas, até 2016, 6.724 deles aparecem sem indicação da idade, o que corresponde a 3,6% da amostra de 187.452 atletas.

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Brasileira mais jovem

Em 125 anos de olimpíadas na era moderna, foram poucos os atletas com menos de 14 anos que conseguiram subir ao pódio. Nos últimos 85 anos, desde Berlim 1936, a brasileira é a mais jovem medalhista olímpica.

Antes de Rayssa, a atleta mais jovem do Brasil era Rosangela Santos, parte da equipe brasileira de corrida no revezamento 4x100m que ganhou o bronze em Pequim 2008.

Ela tinha 17 anos na época, mas só ganhou a medalha nove anos depois da prova — o Brasil havia chegado em quarto lugar, mas a equipe campeã, a Rússia, foi eliminada anos depois, após uma revisão de doping. Antes de Rosângela Santos, todos os atletas medalhistas mais jovens do Brasil tinham 18 anos — entre eles o fenômeno do futebol feminino, Marta, que ganhou a prata em Atenas 2004.

Mistério

Há poucos dados sobre esportistas que participaram em alguns dos primeiros jogos da era moderna das Olimpíadas (que começaram em 1896 na Grécia).

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Um dos grandes mistérios dos Jogos Olímpicos envolve a idade de um dos participantes da equipe holandesa de remo na Olimpíada de Paris de 1900. Na época, algumas equipes de remo coxswain em embarcações de quatro pessoas colocavam crianças para guiar — deixando o barco mais leve para os remadores.

A equipe holandesa teria recrutado uma criança francesa para sua embarcação (tornando os holandeses uma equipe de nacionalidade mista, algo permitido na época). A estratégia rendeu ouro para os holandeses, mas até hoje não se sabe o nome do menino que — especula-se — pode ter sido o mais jovem medalhista olímpico da história. Alguns dizem que, a julgar pelo peso das crianças recrutadas na época, o menino poderia ter entre 7 a 14 anos de idade.

Essa prática foi banida quando foram adotados limites de idade para se competir no remo.

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Após desistir de cinco provas, Simone Biles vai disputar final da trave

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Depois de ficar fora das finais por equipe, individual geral, salto, barras assimétricas e solo para cuidar de sua saúde mental, a ginasta Simone Biles confirmou presença na final da trave da ginástica artística dos Jogos Olímpicos de Tóquio, prova que também terá a brasileira Flávia Saraiva.

A confirmação da participação de Biles na prova foi anunciada nesta segunda-feira pela Federação Americana de Ginástica (USA Gymnastics, na sigla em inglês), em um breve comunicado.

“Estamos muito animados em confirmar que vocês verão duas atletas americanas na final da trave amanhã – Suni Lee e Simone Biles. Mal podemos esperar para vê-las”, informou a federação nas redes sociais, fazendo menção também a Sunisa Lee, atleta americana que faturou o ouro no individual geral e bronze nas barras assimétricas.

A final da trave é a última da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos de Tóquio e será disputada nesta terça-feira a partir das 5h50 (horário de Brasília).

Biles se classificou para todas as quatro finais de aparelhos, mas optou por se retirar de todas, exceto a trave. Antes, ela já havia desistido da competição por equipes durante a disputa depois de se perder no ar e da final individual geral para se concentrar inteiramente em sua saúde mental.

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Em suas redes sociais, Biles detalhou suas lutas no treinamento com os “twisties”, um termo da ginástica para quando o corpo e a mente de uma ginasta não estão em sincronia.

“Minha mente e meu corpo simplesmente não estão em sincronia”, explicou a ginasta americana. “Para qualquer um que diga que parei. Eu não desisti”, completou a estrela da ginástica. Ela relatou que havia sofrido com o problema anteriormente, mas apenas no chão.

A desorientação relatada por Biles é causada por problemas de saúde mental, intensificados em momentos de pressão, como a disputa dos Jogos Olímpicos. A decisão de não participar das disputas foi tomada em conjunto com a equipe médica da ginástica americana, visando evitar qualquer tipo de lesão grave.

Biles terá a chance de ganhar sua segunda medalha em Tóquio, já que, apesar de ter sido retirada da final após uma falha no salto, levou a prata na disputa por equipes. Ela ostenta quatro ouros e um bronze conquistados na Olimpíada do Rio, em 2016.

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