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Com o novo formato, a Sul-Americana terá sua fase de grupos com oito chaves de quatro times cada

Veja grupos dos clubes brasileiros na Copa Sul-Americana

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Conmebol realizou nesta sexta-feira o sorteio da fase de grupos da edição de 2021 da Copa Sul-Americana, que a partir deste ano tem um novo formato, parecido com o da Copa Libertadores. São seis clubes do Brasil já garantidos na disputa, que conheceram os seus adversários. Destaque para o Corinthians, que caiu no Grupo E juntamente com Sport Huancayo, do Peru, River Plate, do Paraguai, e o vencedor do duelo de times do Uruguai entre Montevideo City Torque e Fénix.

A fase de grupos da Sul-Americana terá 16 times classificados da fase preliminar, seis clubes do Brasil (Corinthians, Athletico-PR, Bahia, Ceará, Red Bull Bragantino e Atlético Goianiense) e outros seis da Argentina, além dos quatro eliminados da terceira fase preliminar da Libertadores. Nesta etapa estão dois brasileiros: Santos e Grêmio.

Com o novo formato, a Sul-Americana terá sua fase de grupos com oito chaves de quatro times cada, que será disputada entre 20 de abril e 27 de maio. Cada equipe fará seis jogos contra os times do mesmo grupo, em partidas de ida e volta. Os melhores de cada grupo avançam às oitavas de final e enfrentarão quem ficar na terceira posição de cada chave da Libertadores.

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Além do Corinthians, o Athletico-PR foi cabeça de chave por causa do ranking da Conmebol. O time paranaense caiu no Grupo D juntamente com Melgar (Peru), Aucas (Equador) e Metropolitanos (Venezuela). No B, o Bahia terá pela frente Independiente (Argentina), Guabirá (Bolívia) e o vencedor do duelo uruguaio entre Cerro Largo e Peñarol.

Estreante na Sul-Americana, o Red Bull Bragantino está no Grupo G com Emelec (Equador), Deportes Tolima (Colômbia) e Talleres (Argentina). O Ceará caiu no Grupo C com Jorge Wilstermann (Bolívia), Arsenal de Sarandi (Argentina) e quem perder de Bolívar (Bolívia) x Junior Barranquilla (Colômbia), pela fase preliminar da Libertadores.

Por fim, o Atlético Goianiense foi sorteado no Grupo F com Newell´s Old Boys (Argentina), Palestino (Chile) e o eliminado de Libertad (Paraguai) x Atlético Nacional (Colômbia), que é outro confronto da fase preliminar da Libertadores.

Confira os grupos da Copa Sul-Americana:

Grupo A – Rosario Central-ARG, Huachipato-CHI, 12 de Octubre-PAR e San Lorenzo-ARG ou Santos

Grupo B – Independiente-ARG, Bahia, Guabirá-BOL e Cerro Largo-URU ou Peñarol-URU

Grupo C – Jorge Wilstermann-BOL, Arsenal de Sarandi-ARG, Ceará e Bolívar-BOL ou Junior Barranquilla-COL

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Grupo D – Athletico-PR, Melgar-PER, Aucas-EQU e Metropolitanos-VEN

Grupo E – Corinthians, Sport Huancayo-PER, River Plate-PAR e Montevideo City Torque-URU ou Fénix-URU

Grupo F – Newell´s Old Boys-ARG, Palestino-CHI, Atlético Goianiense e Libertad-PAR ou Atlético Nacional-COL

Grupo G – Emelec-EQU, Deportes Tolima-COL, Talleres-ARG e Red Bull Bragantino

Grupo H – Lanús-ARG, La Equidad-COL, Araguá-VEN e Independiente Del Valle-EQU ou Grêmio

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Vítima de Chernobyl luta por vaga em Tóquio 35 anos após desastre nuclear

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O espírito de sobrevivência e competitividade foi forjado na marra. Vítima da radiação nuclear quando ainda era um feto no útero, Oksana Masters superou as más formações físicas para construir uma trajetória vitoriosa no esporte paralímpico e na vida. Trinta e cinco anos após o desastre de Chernobyl, a ucraniana naturalizada americana prova diariamente que é a responsável por traçar o próprio destino. E espera que a próxima parada seja nos Jogos de Tóquio.

O ciclismo é o único esporte no qual Oksana competiu nas Paralimpíadas e – ainda – não conquistou uma medalha. Em Londres 2012, no remo, foi bronze ao lado do parceiro Rob Jones. Nos Jogos de Inverno foi muito vitoriosa. Em Sochi 2014 e PyeongChang 2018 mostrou todo o potencial ao conquistar cinco medalhas no esqui cross-country (dois ouros uma prata e dois bronzes) e duas pratas no biatlo.

Essa polivalência é reflexo da personalidade de quem desde cedo precisou lutar além do esporte. Natural de Khmelnytskyi, Oksana nasceu com uma série de más formações nos membros inferiores e nas mãos devido à exposição radioativa sofrida por sua mãe biológica após o desastre nuclear de Chernobyl. Ela foi entregue para adoção e viveu em orfanatos até os sete anos, quando foi adotada pela americana Gay Masters.

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Na época Oksana apresentava sinais de desnutrição aguda e sofria com dores severas nos membros inferiores. Ao receber os devidos cuidados médicos recebeu a notícia de que o melhor seria amputar a perna esquerda. Quatro anos mais tarde também amputou a direita, ambas acima do joelho. Passou ainda por cirurgias nas mãos, uma vez que não tinha polegares.

Em meio a tanta dor e tantas transformações, o esporte se apresentou como ferramenta de reabilitação e de libertação. O primeiro contato foi com o remo, pouco antes da segunda amputação.

– Quando eu estava na água comecei a sentir uma liberdade e um controle que foi tirado de mim tantas vezes no meu passado. Descobri rapidamente que quanto mais eu me esforçava, mais forte, mais rápida e mais no controle eu ficava. Meu corpo respondia à dor com mais força e propósito. Eu empurrava e a água e ela me empurrava de volta – disse, em entrevista à Populous Magazine.

A dedicação à levou ao bronze nos Jogos de Londres. Diante de uma lesão nas costas, Oksana decidiu abandonar o remo. Mas, aos 22 anos, sabia que ainda poderia buscar novos rumos como atleta. Se arriscou tanto nos esportes de inverno quanto no ciclismo adaptado e somou mais três participações olímpicas.

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Na Rio 2016, a ucraniana/americana bateu na trave. Terminou em quarto lugar no ciclismo estrada e em quinto lugar no contrarrelógio. Para Tóquio ela ainda não tem vaga garantida. Voltou a competir na modalidade apenas em meados de abril. E espera conseguir dar conta de todas as variáveis.

– Por ser uma atleta de dois esportes, de duas temporadas (inverno e verão), é realmente, realmente desafiador porque em vez de ter 12 meses de Tóquio para Pequim terei apenas 6 ou 7 meses para a mudança. Meu foco no momento é estar em Tóquio e ainda não estou classificada – disse, em entrevista ao site do Prêmio Laureus.

Oksana recebeu o troféu do Laureus em 2020, em sua terceira indicação. Foi o reconhecimento pela excelente temporada que teve em 2019 nos esportes de inverno. De volta ao “modo verão” e ao ciclismo, alguém duvida do quão longe ela ainda pode ir?

 

Fonte: GE/RJ

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