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As eleições legislativas de 23 de março não permitiram definir um vencedor claro para retirar o país de uma longa crise política

Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu designado para formar governo em Israel

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As eleições legislativas de 23 de março não permitiram definir um vencedor claro para retirar o país de uma longa crise política

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi designado nesta terça-feira (6/4) para formar o próximo governo, um dia após as consultas do presidente Reuven Rivlin com os partidos que conquistaram cadeiras no Parlamento nas eleições legislativas de 23 de março, as quartas em menos de dois anos.

“Tomei minha decisão com base nas recomendações (dos partidos), que indicam que o deputado Benjamin Netanyahu tem a maior possibilidade de formar o governo”, anunciou o presidente Rivlin.

“Por isso decidi designá-lo para formar o governo”, completou.

As eleições legislativas de 23 de março não permitiram definir um vencedor claro para retirar o país de uma longa crise política.

Na segunda-feira (5/4), 52 deputados da Kneset, o Parlamento israelense, recomendaram solicitar a Netanyahu a formação do próximo governo, durante reuniões com o presidente.

O partido de direita de Netanyahu, o Likud, conquistou o maior número de cadeiras no Parlamento (30 de 120) nas eleições e recebeu o apoio dos partidos ultraortodoxos e da extrema-direita “Sionismo Religioso”.

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No lado dos anti-Netanyahu, decididos a retirar do poder o primeiro-ministro mais longevo da história de Israel, 45 deputados recomendaram o centrista Yair Lapid, líder do partido Yesh Atid.

Primeiro chefe de Governo da história do país a enfrentar processos judiciais durante seu mandato, Netanyahu é acusado de corrupção, fraude e abuso de confiança em três casos. Ele nega todas as acusações.

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Tiroteio na Califórnia deixa quatro mortos, incluindo uma criança

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ORANGE, EUA — Quatro pessoas morreram, incluindo uma criança, durante um ataque a tiros em um prédio de escritórios em Orange, no Sul da Califórnia, na quarta-feira, afirmaram as autoridades. É o terceiro incidente do tipo nos Estados Unidos em duas semanas, situações que reacenderam os debates sobre maiores controles na venda de armas, um assunto que há décadas é motivo de discórdia no país.

O tiroteio ocorreu num prédio comercial de dois andares, por volta de 17h30 (21h30, horário de Brasília), na localidade ao sul de Los Angeles. Na página oficial do Departamento de Polícia de Orange, no Facebook, foi postado o relato de que um “tiroteio envolvendo um policial” havia ocorrido e que a situação já havia sido “estabilizada”, sem mais ameaças ao público.

O suspeito foi internado em situação crítica, com ferimento causado por bala de fogo. Uma quinta vítima, uma mulher, também está internada em estado crítico. Maiores detalhes sobre ambos ou referentes às outras vítimas, contudo, não foram divulgados pelas autoridades.

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Este é o terceiro tiroteio em massa ocorrido nos Estados Unidos, nas últimas duas semanas. Em 16 de março, oito pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, em Atlanta. Poucos dias depois, em 22 de março, 10 pessoas foram mortas quando um homem abriu fogo em um supermercado em Boulder, Colorado. Os suspeitos, em ambos os casos, foram presos.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, reagiu no Twitter, chamando o evento de Orange de “horrível e comovente”.

Segundo o jornal The New York Times, a tenente Jennifer Amat, porta-voz do Departamento de Polícia de Orange, relatou que tiros estavam sendo disparados quando os policiais chegaram, e os agentes atiraram no suspeito, que foi levado ao hospital. O estado de saúde dele não foi divulgado.

O dono de uma oficina mecânica vizinha ao prédio comercial, que pediu para não ser identificado, disse ter ouvido, inicialmente, cerca de quatro tiros. Após a chegada da polícia, segundo ele, foram mais 10 tiros. “É estranho ter algo assim acontecendo na porta ao lado. Nunca tínhamos ouvido nada parecido antes”, disse.

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Fonte Globo

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