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Pelo Meio Ambiente?

Bolsonaro assina decreto que autoriza uso das Forças Armadas em Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu, Machadinho e outros.

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Neste ultimo dia 28 de junho o Presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto 10.730 que autoriza o emprego das Forças Armadas na garantia de lei e da ordem em terras indígenas, em unidades federais de conservação de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União e, por requerimento do respectivo Governador e outras áreas dos Estados abrangidos.

No Decreto fica autorizado o emprego das Forças Armadas na garantia da Lei e da ordem, no período de 28 de junho a 31 de agosto de 2021 nos seguintes municípios:

No Amazonas

Apuí

Boca do Acre

Canutama

Humaitá

Lábrea

Manicoré

Novo Aripuanã

Em Mato Grosso

Apiacás

Aripuanã

Colniza

Cotriguaçu

Marcelândia

Nova Bandeirante

Peixoto de Azevedo

Paranaíta

No Pará

Altamira

Itaituba

Jacareacanga

Novo Progresso

São Felix do Xingu

Trairão

Em Rondônia

Candeias do Jamari

Cujubim

Itapuã do Oeste

Machadinho d’oeste

Porto Velho

No parágrafo dois o decreto justifica o uso das Forças Armadas para o uso de ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais, em especial o desmatamento ilegal.

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Em uma semana em que o Meio Ambiente esteve mais uma vez no destaque da mídia devido o pedido de exoneração do Ex – Ministro Ricardo Salles, não é nenhuma surpresa que o Governo Federal tomasse alguma providencia em relação aos estados e municípios citados, pois a pressão dos órgãos ambientais de todo o mundo vem aumentando e manchado a gestão Bolsonaro, é obvio que depois de ter o nome de seu ministro envolvido em denuncias que vai de encontro ao que prega este governo, algo iria ser feito.

 

 

 

 

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Políticos e analistas veem discurso vazio de Bolsonaro

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As reações ao discurso do presidente Jair Bolsonaro na Cúpula de Líderes sobre o Clima foram quase imediatas. Especialistas e políticos apontaram inverdades nas declarações do mandatário e questionaram os compromissos firmados por ele, que destoam de postura tradicionalmente negacionista, desde que assumiu o governo, sobre preservação ambiental.

Para o diretor-executivo do WWF Brasil, Mauricio Voivodic, o país “sofre um processo contínuo de desmantelamento de políticas públicas direcionadas à preservação do meio ambiente” desde que o presidente iniciou o mandato. “A equipe do governo Bolsonaro parece agir em direção contrária aos interesses nacionais e de conservação do meio ambiente”, avaliou.

Voivodic também ressaltou que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, trabalha para diminuir a fiscalização e para desmantelar órgãos ambientais que combatem a ilegalidade. Nesse contexto, ele disse que Bolsonaro age como se a Amazônia fosse um refém, ao exigir pagamento de líderes para manter a floresta de pé.

Na opinião de Fabiana Alves, coordenadora de Clima e Justiça do Greenpeace, dar recursos ao governo brasileiro, que atua contra a preservação ambiental, seria um equívoco. “É impossível proteger a floresta dando fundos a alguém responsável por níveis recordes de desmatamento na Amazônia e violações dos direitos humanos”, destacou.

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Já o deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), coordenador da Frente Ambientalista da Câmara, comentou que o governo está sentindo a pressão internacional, o que justifica o tom mais moderado do discurso de Bolsonaro. “O governo está acuado no ponto de vista da questão ambiental. Nós estamos, há dois anos e quatro meses, num processo de desmonte de todas as políticas ambientais brasileiras. (…) Nosso desmatamento já é superior a um milhão de hectares/ano. Então, esse discurso moderado vem por conta das pressões internacionais que o Brasil sofre”, argumentou.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, também criticou a fala de Bolsonaro. “Enquanto o mundo se compromete com avanços na área ambiental, a fala do presidente na Cúpula do Clima foi vazia e carregada de mentiras. Além de não demonstrar qualquer compromisso com o meio ambiente, apresentou ações que não são do seu governo e mentiu sobre as taxas de desmatamento na Amazônia”, afirmou.

A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) elogiou a participação do mandatário. “Em excelente discurso para a Cúpula de Líderes sobre o Clima nos EUA, o presidente Jair Bolsonaro reafirma o papel de liderança do Brasil na conservação de seu bioma e o compromisso em eliminar o desmatamento ilegal até 2030. O Brasil está aberto à cooperação internacional”, ressaltou.

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