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Helicóptero da Força Nacional cai em ação contra queimadas no Pantanal

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Um helicóptero da Força Nacional caiu
no Pantanal mato-grossense na tarde desta quinta-feira (8/10), enquanto
combatia os incêndios da Operação Pantanal II, na mata perto da cidade de
Poconé, a 104 km de Cuiabá. Três tripulantes ficaram feridos.

A aeronave havia saído de Corumbá (MS)
e estava na região de Poconé há duas semanas.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Mato
Grosso, estavam no helicóptero o comandante Renato de Oliveira Souza, da
Polícia Civil do Distrito Federal; o copiloto Luiz Fernando Berberick, da
Polícia Civil do Rio de Janeiro; e o 2° sargento PM Emerson Miranda Martins, da
Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Socorro

Todos foram resgatados com vida e foram
encaminhados em um helicóptero da Marinha do Brasil até Cuiabá pela Unidade de
Terapia Intensiva (UTI) aérea do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer)
de Mato Grosso.

Uma equipe do Centro Integrado de
Operações Aéreas (Ciopaer), deslocou até o local com equipe médica do Samu para
prestar atendimento às vítimas. Uma delas teve uma fratura exposta na perna.

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O Centro de Investigação e Prevenção de
Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas do acidente.

 

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MEIO AMBIENTE

Políticos e analistas veem discurso vazio de Bolsonaro

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As reações ao discurso do presidente Jair Bolsonaro na Cúpula de Líderes sobre o Clima foram quase imediatas. Especialistas e políticos apontaram inverdades nas declarações do mandatário e questionaram os compromissos firmados por ele, que destoam de postura tradicionalmente negacionista, desde que assumiu o governo, sobre preservação ambiental.

Para o diretor-executivo do WWF Brasil, Mauricio Voivodic, o país “sofre um processo contínuo de desmantelamento de políticas públicas direcionadas à preservação do meio ambiente” desde que o presidente iniciou o mandato. “A equipe do governo Bolsonaro parece agir em direção contrária aos interesses nacionais e de conservação do meio ambiente”, avaliou.

Voivodic também ressaltou que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, trabalha para diminuir a fiscalização e para desmantelar órgãos ambientais que combatem a ilegalidade. Nesse contexto, ele disse que Bolsonaro age como se a Amazônia fosse um refém, ao exigir pagamento de líderes para manter a floresta de pé.

Na opinião de Fabiana Alves, coordenadora de Clima e Justiça do Greenpeace, dar recursos ao governo brasileiro, que atua contra a preservação ambiental, seria um equívoco. “É impossível proteger a floresta dando fundos a alguém responsável por níveis recordes de desmatamento na Amazônia e violações dos direitos humanos”, destacou.

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Já o deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), coordenador da Frente Ambientalista da Câmara, comentou que o governo está sentindo a pressão internacional, o que justifica o tom mais moderado do discurso de Bolsonaro. “O governo está acuado no ponto de vista da questão ambiental. Nós estamos, há dois anos e quatro meses, num processo de desmonte de todas as políticas ambientais brasileiras. (…) Nosso desmatamento já é superior a um milhão de hectares/ano. Então, esse discurso moderado vem por conta das pressões internacionais que o Brasil sofre”, argumentou.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, também criticou a fala de Bolsonaro. “Enquanto o mundo se compromete com avanços na área ambiental, a fala do presidente na Cúpula do Clima foi vazia e carregada de mentiras. Além de não demonstrar qualquer compromisso com o meio ambiente, apresentou ações que não são do seu governo e mentiu sobre as taxas de desmatamento na Amazônia”, afirmou.

A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) elogiou a participação do mandatário. “Em excelente discurso para a Cúpula de Líderes sobre o Clima nos EUA, o presidente Jair Bolsonaro reafirma o papel de liderança do Brasil na conservação de seu bioma e o compromisso em eliminar o desmatamento ilegal até 2030. O Brasil está aberto à cooperação internacional”, ressaltou.

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