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Mulher que forjou sequestro para vender camionete e receber seguro é presa em flagrante pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

 

Uma empresária de 28 anos foi autuada em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (02.12) por estelionato e falsa comunicação de crime, após forjar um falso sequestro na cidade de Várzea Grande, durante a madrugada. Ela foi ouvida nesta tarde na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), após ser localizada conduzindo seu veículo em uma avenida da Capital.

Na madrugada desta quinta-feira, o marido da empresária procurou o plantão da 1a Delegacia de Várzea Grande e registrou um boletim de ocorrência informando que estavam em uma festa, no bairro Nova Várzea Grande, quando sua companheira foi em uma distribuidora de bebidas conduzindo sua caminhonete Hilux e não retornou. Logo depois, ele recebeu imagens em vídeo que supostamente mostravam a mulher encapuzada, sendo mantida em cárcere privado.

Diante da possibilidade de um suposto sequestro, a GCCO passou a apurar a ocorrência e iniciou diligências para esclarecer o crime. No final da manhã, a investigação apontou que a camionete Hillux estava na região do Coxipó. Equipes da unidade foram ao local indicado e encontraram o veículo, sem a placa traseira, e conduzido pela, até então, vítima. Ela foi interceptada quando dirigia a camionete na Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho).

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Em entrevista preliminar com os investigadores, ela entrou em contradição várias vezes. Conduzida à GCCO para prestar depoimento, ela acabou confessando, durante o interrogatório, que forjou o sequestro e o roubo do veículo. “Ela contou ainda que o objetivo era comercializar a camionete no mercado clandestino e depois receber o valor do veículo da seguradora”, explicou o delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

O veículo foi apreendido e a mulher autuada em flagrante por falsa comunicação de crime e estelionato. Após o interrogatório, ela foi levada para a sede da Polinter e depois será encaminhada para audiência de custódia no Fórum da Capital.

O marido da suspeita prestou declarações e, de acordo com a apuração da GCCO, foi descartada a participação dele nos crimes.

Conforme o delegado Vitor Hugo, a investigação continua para prender os demais envolvidos nos crimes.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil lamenta o falecimento do delegado Adalberto Antônio de Oliveira

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Assessoria/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil de Mato Grosso lamenta o falecimento do delegado aposentado Adalberto Antônio de Oliveira, 72 anos, ocorrido nesta sábado (15.01), em Cuiabá.

 

Ele exerceu a profissão por mais de 30 anos e a última lotação do delegado Adalberto foi na Delegacia de Santo Antônio de Leverger. Ele atuou em diversas unidades da Regional de Cuiabá e também no interior de Mato Grosso e é lembrado carinhosamente pelos colegas de trabalho.

O delegado-geral adjunto, Gianmarco Paccola Capoani se recorda do ser humano e profissional exemplar que exerceu suas atividades por 36 anos na Polícia Civil do estado. “Fica nossa eterna gratidão ao Dr. Adalberto que dedicou sua vida à Polícia Civil de Mato Grosso. Um ser humano incrível, amigo de todos e exemplo para todos aqueles que tiveram a honra de conhecê-lo e trata-lo carinhosamente de Betão! Uma perda irreparável à Polícia Civil! Tenho certeza que estará nos braços do Pai!”.

O diretor Metropolitano, delegado Rodrigo Bastos, também externa as condolências pela morte do delegado. “Me lembro de dr. Adalberto desde que entrei na Polícia Civil e ele atuou por muitos anos em cidades da região de Cuiabá, onde sempre tratou a todos com muito respeito”.

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No aniversário em comemoração aos 177 anos da Polícia Civil, realizado em 2019, o delegado Adalberto foi um dos homenageados. Na ocasião, em uma solenidade realizada no auditório da Diretoria Geral da instituição, ele falou do começo da carreira policial e citou momentos marcantes em sua vida profissional e destacou o orgulho de ver os filhos que seguiram o mesmo caminho do pai na Segurança Pública. “Naquele tempo o mais  difícil era investigar. Não tínhamos telefones, não tínhamos internet, era tudo na máquina de escrever. Na minha primeira missão foi mexer com crime de briga de terras (esbulho possessório). Fui baleado e ainda perdi um companheiro investigador. Mas não desisti e graças a Deus estou hoje aqui”.

 

Aos familiares, amigos e colegas de trabalho que o delegado conquistou ao logo de mais de 50 anos de serviço público, 36 deles dedicados à Polícia Civil de Mato Grosso, a instituição externa pesar e condolências.

O corpo do delegado está sendo velado na Sala das Orquídeas, na Capela Jardins, bairro Bandeirantes. O sepultamento será realizado no domingo, às 14h30, no Cemitério da Piedade, na região central de Cuiabá.

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Fonte: PJC MT

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