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Polícia Militar deflagra “OPERAÇÂO DISPERSÂO IV” no distrito do Guariba.

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HB/CANON/T7/2021/MT/BRASIL

Depois de várias denuncias de que o Distrito do Guariba não estavam cumprindo o Decreto Municipal nem o Estadual que visam diminuir a disseminação do vírus do Covid19 no município, a Polícia Militar do MT deflagrou a “Operação Dispersão IV” naquele distrito.

Por determinação do Comandante do CR8 da Polícia Militar de Mato Grosso em JUÍNA-MT Coronel Basto foi encaminhado uma Guarnição da PM,

Em conjunto com o Capitão Machado da 11ª CIPM em COLNIZA-MT

Cabo Trouy do Pelotão da Força Tática em JUÍNA-MT,

Que desenvolveram uma fiscalização de forma integrada PM e Vigilância Sanitária abordou pessoas, fiscalizou estabelecimentos comerciais, no intuito de fazer cumprir as medidas restritivas contidas nos decretos Estadual e Municipal, para conter aglomerações e outros que possa espalhar o vírus principalmente no período noturno.

Segundo o relatório da Polícia Militar e Vigilância Sanitária do Município não foi necessário multar nem prender ninguém, o trabalho foi de abordagens em pessoas e veículos e teve o caráter orientativo, onde a população foi receptiva.

O Médico Veterinário e Secretário de Agricultura Municipal, Marco Aurélio de Velasco Teixeira a pedido do Prefeito Milton Amorim esteve acompanhando os trabalhos durante nestes dias no distrito do Guariba e acredita que a partir de agora o distante distrito alinhará se com o município, por fim o secretário disse que foram muito importantes os trabalhos realizados pela Polícia Militar e Fiscalização naquela localidade.
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Justiça determina que aposentadoria de militar mulher seja equiparada a do colega do sexo masculino

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Como base no princípio constitucional da isonomia os magistrados da Turma Recursal Única do Poder Judiciário mato-grossense concederam por unanimidade uma ‘equiparação’ salarial de 4%, a uma militar do sexo feminino, em sua aposentadoria. A militar solicitou junto à Justiça receber o mesmo valor de proventos que um militar em igual situação.

O montante a menos que ela recebeu, no ato de aposentadoria no ano de 2016, chegava aos R$ 351. Por conta disso, os magistrados entenderam que proporcionalmente ela realmente estava desfavorecida em comparação aos seus colegas de farda. “Ao se examinar o conjunto probatório formado nos autos, verifica-se que a parte recorrente, para sustentar a assertiva de que recebe seus proventos de aposentadoria como policial militar feminino, em quantia menor que o policial masculino, traz cálculos matemáticos empíricos, como também, registros de sua vida funcional”, ponderou o relator Sebastião de Arruda Almeida.

O magistrado explicou que o caso, em questão, necessitava de um ‘empréstimo de prestígio’ ao princípio constitucional da isonomia, estampado no artigo 5.º da Constituição Federal, assim escrito: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”.

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Portanto, conforme foi debatido na sessão da Turma Recursal Única era imperioso registrar que o estabelecimento de diferença de valores da aposentadoria do policial militar masculino e o feminino, quando ambos cumprem os requisitos da Legislação estatutária própria, implica em negar a igualdade material entre os colegas de farda.

Em seu voto, o relator votou no sentido de impor ao Estado a correção integral dos proventos da aposentadoria da recorrente, acrescendo ao valor atual o percentual de 4,1%, a partir de 07/2016, fazendo a equivalência ao servidor do sexo masculino que se aposenta de forma proporcional.

Também fez incidir nas mesmas vantagens funcionais aplicadas ao policial militar que se aposentou proporcionalmente ao tempo de serviço, bem como, condenou a recorrida ao pagamento das diferenças salariais devidas em face do realinhamento remuneratório ora estabelecido, a partir de 07/2016, data da aposentação da parte recorrente. Acrescidos de correção monetária pelo IPCA-E, e juros de mora, pelo índice de remuneração da caderneta de poupança, que passa a incidir a partir da citação.

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Fonte; www.mtdefato.com.br

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